Virginia Woolf.

A representação da feminilidade nas obras de Virginia Woolf

Virginia Woolf foi a escritora escolhida para o programa “Memórias Literárias”, uma rúbrica online de promoção de livros e respetivos autores, do Município de Ponte de Lima.

Virginia Woolf.

 No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher dá-se a conhecer uma escritora cuja obra tem sido foco de interesse da crítica literária, sendo estudada sob diferentes perspetivas, tais como a marxista, a feminista, a histórica e a psicanalítica.

A estética modernista e feminista de Virginia Woolf converge numa tentativa de desafiar os padrões patriarcais e a opressiva ideologia da era vitoriana. Hoje, essa luta contra as convenções literárias representa uma alternativa radical, que as feministas contemporâneas entendem como uma luta contra a ideologia de uma sociedade e cultura fundamentalmente falocêntrica.

Infelizmente, até hoje os questionamentos de Woolf estão em sintonia com a realidade da mulher em muitas partes do mundo. A escritora ilustra a realidade das mulheres ávidas para mudar o foco na análise das representações femininas tanto na literatura, como na sociedade, expressando o feminismo por meio da arte, apelando à defesa dos direitos das mulheres.

Partindo dessa premissa, esta exposição e mostra literária simboliza as buscas pela liberdade e por uma identidade feminina que ganharam voz na escrita de Virginia Woolf.

Para conhecer melhor esta autora poderá aceder aos painéis expositivos que se encontram online no website da Biblioteca Municipal – www.biblioteca.cm-pontedelima.pt – e nas redes sociais – www.facebook.com/BibliotecaMunicipalPontedeLima -. Poderá também ler ou reler as suas obras pedindo empréstimo por marcação. As obras existentes na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima são: Orlando, As ondas, Um quarto que seja seu, Entre os actos, O quarto de Jacob, A casa assombrada, Os anos, A viúva e o papagaio, A festa de Mrs. Dalloway e Diário. Este Dia Internacional da Mulher historicamente relacionado com acontecimentos marcantes da luta das mulheres por melhores condições de vida e de trabalho, e pelo direito ao voto, foi oficializado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975.  

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