El Puente Internacional que conecta Monção y Salvaterra do Miño fue el escenario, esta mañana, de la segunda acción de protesta por la reapertura de más puntos de cruce entre Portugal y España, promovida por los presidentes de los 12 municipios portugueses y gallegos bañados por el río Minho. Dos trabajadores transfronterizos estuvieron presentes para presenciar el impacto de cerrar las fronteras en su vida cotidiana, mostrando carteles con la frase 'Déjame trabajar'.

Los alcaldes de la raia apoyan a los trabajadores transfronterizos

El Puente Internacional que conecta Monção y Salvaterra do Miño fue el escenario, esta mañana, de la segunda acción de protesta por la reapertura de más puntos de cruce entre Portugal y España, promovida por los presidentes de los 12 municipios portugueses y gallegos bañados por el río Minho. Dos trabajadores transfronterizos estuvieron presentes para presenciar el impacto de cerrar las fronteras en su vida cotidiana, mostrando carteles con la frase ‘Déjame trabajar’.

El director de la Agrupación Europea de Cooperación Territorial (AECT Río Minho), Uxio Benítez, enfatizó que “estas dos personas simbolizan todo lo que los alcaldes reclaman. No se trata de abrir fronteras de manera generalizada para el turismo, sino de algo más justo y preocupante de que sean los trabajadores transfronterizos los que tengan una vida normal. Lo que está en juego es la colocación de medios para controlar la apertura de más puntos de cruce”.

Destacando que el puente “es una calle que cruza el río Minho y en la que pasan diariamente 10 mil automóviles”, el alcalde de Monção advirtió sobre el hecho de que “los trabajadores transfronterizos han sufrido efectos económicos y personales durante muchos meses”. Añadió: “Somos pequeños, somos pocos, pero somos personas. Queremos sobrevivir, de eso se trata. Ya hay muchas solicitudes de ayuda, hay una pobreza encubierta, la economía está languideciendo y lo que se les pide a los gobiernos que hagan es ayudar a la frontera, ayudar a las personas de ambos lados ”.

Por sua vez, Vítor Domingues, referiu que, em 22 anos de feirante, na semana passada foi “a primeira vez que não abriu a caixa, não faturando um cêntimo”. Presença habitual nas feiras entre Melgaço e Caminha, o feirante que ostentava um cartaz com “Deixem-me trabalhar”, afirmou que esta situação está a provocar “um colapso económico total na raia” e o que se pede é que “os governos olhem para o Norte de Portugal e a Galiza”.

Dos trabajadores transfronterizos estuvieron presentes para presenciar el impacto de cerrar las fronteras en su vida cotidiana, mostrando carteles con la frase ‘Déjame trabajar’.

No final ficou a garantia de que, se nada for feito, esta reivindicação vai prosseguir noutras travessias que flexibilizam as milenares relações entre o Norte de Portugal e a Galiza.

Cabe recordar que la primera acción conjunta de protesta de los alcaldes a ambos lados del río Minho tuvo lugar el pasado miércoles 3 de junio en el Puente Internacional de la Amistad, que conecta Vila nova de Cerveira y Tomiño.

Autarcas de fronteira emitem novo pedido de ajuda para trabalhadores transfronteiriços

A Ponte Internacional que liga Monção e Salvaterra do Miño foi palco, esta manhã, da segunda ação de protesto pela reabertura de mais pontos de passagem entre Portugal e Espanha, dinamizada pelos presidentes dos 12 municípios portugueses e galegos banhados pelo rio Minho. Dois trabalhadores transfronteiriços marcaram presença para testemunhar o impacto do fecho de fronteiras no seu dia a dia, exibindo cartazes com a frase “Deixem-me trabalhar”.

O diretor do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT Rio Minho), Uxio Benitez, sublinhou que “estas duas pessoas simbolizam tudo aquilo pelo que os autarcas andam a reivindicar. Não se trata de abrir fronteiras de uma forma generalizada para o turismo, mas sim de algo mais justo e preocupante que é os trabalhadores transfronteiriços fazerem uma vida normal. O que está em causa é a colocação de meios para controlar a abertura de mais pontos de passagem”.

Sublinhando que a ponte “é uma rua que atravessa o rio Minho, e na qual passam, diariamente, 10 mil carros”, o Presidente da Câmara Municipal de Monção alertou para o facto de “os trabalhadores transfronteiriços estarem a sofrer efeitos económicos e pessoais há muitos meses”. E acrescentou: “Somos pequenos, somos poucos, mas somos gente. Queremos sobreviver, é já do que se trata. Há já muitos pedidos de ajuda, há pobreza encapotada, a economia está a definhar e o que se pede aos Governos é que ajudem a fronteira, ajudem os povos de ambos os lados”.

Cecília Puga, cabeleireira galega com salão em Melgaço há 19 anos, fazia uma viagem casa/trabalho de apenas seis minutos. Com o fecho de fronteiras devido à pandemia Covid-19, a empresária vê-se obrigada a percorrer cerca de 160 kms por dia, tendo de passar no único ponto de passagem aberto nesta orla ribeirinha, em Valença-Tuy, além de demorar muito mais tempo. “Na semana passada, o SEF não validou a minha declaração e tive de ir a Vigo fazer novo reconhecimento, tendo demorado cinco horas a chegar ao meu posto de trabalho. É uma injustiça”, disse.

Por sua vez, Vítor Domingues, referiu que, em 22 anos de feirante, na semana passada foi “a primeira vez que não abriu a caixa, não faturando um cêntimo”. Presença habitual nas feiras entre Melgaço e Caminha, o feirante que ostentava um cartaz com “Deixem-me trabalhar”, afirmou que esta situação está a provocar “um colapso económico total na raia” e o que se pede é que “os governos olhem para o Norte de Portugal e a Galiza”. No final ficou a garantia de que, se nada for feito, esta reivindicação vai prosseguir noutras travessias que flexibilizam as milenares relações entre o Norte de Portugal e a Galiza.

De relembrar que a primeira ação de protesto conjunta dos autarcas dos dois lados do rio Minho aconteceu, na passada quarta-feira, 3 de junho, na Ponte internacional da Amizade, que liga Vila nova de Cerveira e Tomiño.

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